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Marketing Social e Cultural durante e pós a pandemia

Marketing Social e Cultural durante e pós a pandemia

O marketing social e cultural além de fortalecer a marca valorizando ações de responsabilidade social propõe um comprometimento empresarial visando promover e participar de ações que influenciem positivamente a vida das pessoas.

A pandemia do novo coronavírus trouxe muitas incertezas e ainda mais vulnerabilidade social e econômica o que fez com que muito mais empresas voltassem seus olhares para essas estratégias e que seja necessário que ainda mais empresas, o façam. 

O Marketing Social está em contribuir positivamente para as necessidades sociais, ao mesmo tempo em que melhora a imagem e avaliação da sua marca.

Para as ONGs e instituições que se tornam parceiras, a vantagem fica por conta da visibilidade que as campanhas geram, permitindo que mais pessoas conheçam seus projetos, além de legitimar e dar mais credibilidade às suas ações.

Assim como em outras campanhas, as voltadas para Marketing Social também exigem planejamento e estratégia, indo muito além de apenas trocar a foto de perfil das redes sociais em favor de algo.

Para que traga resultados para a empresa e para a instituição envolvida, é preciso atentar-se a alguns pontos, um deles é a escolha da causa. 

O marketing cultural é uma estratégia usada para agregar valor ao negócio por meio de patrocínios em projetos culturais. O principal benefício está na criação de uma identificação com o público que associa de maneira positiva a preocupação com questões culturais.

Quando bem utilizado, apresenta um grande potencial para beneficiar os artistas envolvidos, patrocinadores, produtores e os consumidores em geral. 

Diante da crise imposta pelo coronavírus, a comunicação das empresas mudou. Houve a quebra de um ciclo nas relações de mercado e que devem entrar em nova realidade pós-pandemia. 

A situação estimulou o público a se unir e pensar coletivamente. Empresas foram cobradas a fazer a diferença para seus funcionários, consumidores e a comunidade.

A quarentena obrigou o mundo a mergulhar fundo no universo online para manter muitas de suas operações: colaboradores trabalhando em home Office, apps de delivery garantindo a ida e vinda de alimentos e os mais diversos produtos, as redes sociais diminuindo as distâncias do isolamento social e os shows sendo substituídos por lives em todos os gêneros musicais.

Podemos prospectar que a digitalização veio para ficar e o marketing, até então utilizado para vender, passou a seguir a linha de fortalecer a marca e investir na transformação da sociedade.

No campo da cultura, das artes e do entretenimento, a velocidade da retomada será bem diferente dos outros setores. Com museus, centros culturais, bibliotecas e outros espaços dedicados à cultura fechados, exposições e espetáculos cancelados, e toda a pirâmide de produção nos mais diversos gêneros, da assim chamada alta cultura à cultura popular, bem como a de massa, atingida, não é possível ter prognósticos muito positivos sobre o que acontecerá num futuro próximo.

Aqui no Brasil com um aparato que se espalha por uma região de dimensões continentais, falta de recursos e principalmente de políticas públicas abrangentes que entendam a cultura como um ativo econômico importante, tende a se agravar ainda mais.

Nos últimos anos, o investimento em cultura, ainda que tenha sofrido pequenos aumentos, não foi suficientemente significativo para salvaguardar o nosso patrimônio, aprofundar as ações de pesquisa e de preservação de acervos e ampliar o interesse e a visitação do público.

A reconstrução de tudo que perdemos, por desventura ou desgoverno, passa pela construção de um ambiente melhor do que o que presenciamos até agora. O marketing cultural e social são grandes aliados e podem fazer toda a diferença nessa retomada.

 

Por |2020-10-07T13:12:42-03:007 outubro 2020|Uncategorized|0 Comentários

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